Glaucoma

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o glaucoma é a segunda maior causa de cegueira no mundo (12,3%), ficando atrás apenas da catarata (47,8%). Apesar das causas de cegueira no mundo variarem conforme as condições socioeconômicas de cada país, o glaucoma se mantém como uma das principais causas, independente da população avaliada.

O glaucoma consiste em uma doença do nervo óptico e que envolve a perda de células da retina responsáveis pela transmissão de impulsos nervosos ao cérebro. O principal fator de risco para desenvolver a doença é a pressão intraocular elevada. Se não for tratado, o glaucoma leva ao dano permanente do nervo óptico causando uma redução progressiva no campo visual podendo evoluir para cegueira irreversível.

Outros fatores de risco associados são: idade acima de 60 anos, raça negra, histórico familiar, doenças nos olhos como tumores, descolamentos de retina e inflamações e uso prolongado de corticoides.

Sintomas:

Perda de visão periférica até perda total da visão. No início a perda é sutil e pode passar despercebida pelo paciente. Essa perda de visão é progressiva e irreversível. Por isso a importância do exame oftalmológico periódico. Uma vez detectada a doença é possível reduzir a pressão intraocular e estabilizar a perda visual.

Tipos de glaucoma:

O glaucoma pode ser de ângulo aberto (GPAA), ângulo fechado (GPAF), glaucoma congênito e glaucoma secundário

Tratamento:

O tratamento do glaucoma é individualizado e pode incluir medicações tópicas (colírios), laser e até mesmo cirurgias.

Prevenção:

Não há maneira eficaz de se prevenir o glaucoma. A visita frequente ao oftalmologista é  que pode ajudar no diagnóstico precoce que, juntamente com a adesão do paciente ao tratamento pode evitar a perda completa da visão.

 

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